segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DEZ LIVROS QUE ESTRAGARAM A HUMANIDADE - E OUTROS CINCO QUE NÃO AJUDARAM EM NADA

DEZ LIVROS QUE ESTRAGARAM A HUMANIDADE - E OUTROS CINCO QUE NÃO AJUDARAM EM NADA



     Dos livros que até agora tem sido sugeridos e comentados neste blog é possível perceber uma certa similaridade. Isso é proposital e reflete uma busca pessoal em estabelecer uma reflexão mais profunda sobre pensadores e seus clássicos que são massivamente indicados à leitura e aceitação principalmente nos ambientes acadêmicos. 
    Dos livros que Benjamim Wiker traz em sua lista nem todos são enrustidos de uma aparente benignidade, tais como Minha Luta de Adolf Hitler e O príncipe de Nicolau Maquiavel, contudo a despeito de sua explícita perversão não é desconhecido da maioria dos expectadores atentos da história o fato de sua aceitação e seus nefastos resultados para a humanidade. 
     É necessário, porém chamar atenção aos livros sobre os quais assenta-se a base epistemológica dos cursos de formação superior, principalmente em ciências humanas. Autores como Rousseau, John Stuart Mill, Marx, Engels, Thomas Hobbes, Darwin, dentre outros são muitas vezes sacralizados pelos professores e seus currículos nas universidades. Lembro-me de questionar com uma professora (e receber uma total hostilização) sobre como dissociar uma vida tão cheia de maus exemplos (na ocasião falávamos de Rousseau e o abandono de seus cinco filhos) de sua produção tão influente e tão cheia de "boas" intenções. Na época, muito jovem que era, resolvi me dobrar perante o saber da academia. Quem era eu diante centenas de anos de credibilidade? 
     Neste livro o leitor poderá perceber que muitas "ingênuas desconfianças", tais como as minhas, na verdade são passíveis de aprofundamento e comprovação. O leitor descobrirá que muito do saber acadêmico na verdade foi construído sob "pseudociências" e que em sua grande parte configuram-se em uma tentativa, bem arquitetada e mentirosa, de tornar verossímeis alguns pontos:

1. Negar a existência de Deus e de sua consequente criação.

2. Justificar como natural e inerente à nossa condição humana o que na verdade é anti-natural e tornar a decência de um comportamento semelhante à perfeição divina em exterior e estranho à nossa natureza, ou seja, normalizar o que é estranho e animalesco e estranhar o que nos faz humanos: Nossa capacidade de julgar e refletir sobre nosso atos, atributo dado por nosso criador.

3. Legitimar mecanismos injustos, agressivos e desumanos como motor necessário à evolução humana.

    Excelente leitura! Abaixo da capa segue link para leitura da obra.








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